16 de outubro de 2021

Maranhãozinho divulga nota sobre operação policial em sua residência

Com o objetivo de apurar possíveis fraudes em licitações para contratação de empresa distribuidora de medicamentos, uma operação da Polícia Civil (PC) cumpriu mandados de busca e apreensão em 13 municípios do Maranhão, na manhã desta quarta-feira (06).

Participaram da ação 54 equipes da PC, além de promotores de justiça e servidores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) integrantes dos núcleos de São Luís, Imperatriz e Timon, bem como promotores de justiça das Comarcas de Maracaçumé, Zé Doca, Santa Inês e Guimarães, além de servidores públicos.

O alvo seria ao atual deputado federal Josimar Cunha Rodrigues, mais conhecido como Josimar de Maranhãozinho, citado no processo como sócio da Águia Farma Distribuidora de Medicamentos Ltda, empresa investigada.

Entenda o caso

A operação batizada como Maranhão Nostrum é resultado do Procedimento Investigatório Criminal instaurado no âmbito do GAECO em 2018 para apurar possíveis fraudes em processos licitatórios para contratação da empresa Águia Farma Distribuidora de Medicamentos Ltda nos municípios maranhenses de Araguanã, Carutapera, Centro do Guilherme, Maranhãozinho, Pedro do Rosário e Zé Doca entre os anos de 2014 a 2018, período no qual foi movimentado o montante de R$ 159.745.884,37 originado de contratos administrativos pactuados entre as empresas investigadas e os Municípios relacionados.

Deputado se defende

Em nota o deputado estadual Josimar de Maranhãozinho se pronunciou sobre a operação do GAECO:

“Hoje, 06/10/21, fomos surpreendidos com uma ação orquestrada pelo Estado, na figura do GAECO – grupamento pertencente ao Ministério Público Estadual, Polícias Civil e Militar. Essa ação pautou-se em notícias de blogs e contratos licitatórios que não tem absolutamente nenhum relação com os Parlamentares que desconhecem a real motivação da invasão policial a sua residência e escritório.

Afinal, quando gestores no executivo municipal, nunca responderam a nenhuma ação por desvios de recursos ou danos ao erário.

A empresa de sua propriedade, há cerca de uma década, nunca estabeleceu contratos com órgãos públicos ou mesmo participou de processos licitatórios.

Ressaltamos ainda que nenhuma prova foi apresentada, o que aumenta ainda mais a estranheza acerca de tal operação ou mesmo o que realmente buscavam.

Vale ressaltar que os CPF’s dos Parlamentares não figuram em quadros societários das empresas apresentadas.

Reiteramos estarmos à disposição para quaisquer esclarecimentos necessários e que seguimos trabalhando para atendermos nossa população e honrando cada voto que tivemos.”

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