Fofocalizando passa vergonha e marca menos do que matinal da Record

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A crise no Fofocalizando não fica restrita aos bastidores da atração, expostos publicamente por Ana Paula Renault, demitida há algumas semanas. A revista eletrônica dirigida por Márcio Esquilo atravessa a pior fase de sua história no quesito audiência e tem se consolidado como um dos maiores fracassos da programação do SBT na atualidade. Cada vez mais longe da Record, o programa de fofocas sequer consegue ter mais telespectadores do que o Hoje em Dia, exibido em uma faixa com um número bem menor de televisores ligados.

Na quarta-feira, o formato capitaneado pela jornalista Chris Flores marcou média de apenas 3,2 pontos na Grande São Paulo e empatou tecnicamente com a Band, que transmitia parte da edição nacional do Melhor da Tarde e a primeira hora do Brasil Urgente. A atração não fez nem cócegas na audiência da Record, que pontuou 6,5 com a reapresentação da novela Prova de Amor, e foi a responsável por empurrar a performance do Casos de Família (4,6) para números abaixo dos habitualmente registrados.

Levando em consideração toda a programação levada ao ar pela principal rival da emissora de Silvio Santos na faixa da média-dia, aferida entre 7h da manhã e meia-noite, o Fofocalizando só teve mais público do que a edição regional do Balanço Geral Manhã, que marcou média de 2,5 pontos na principal metrópole do país, e que o Fala Brasil (3,1). As fofocas trazidas por Chris, Gabriel Cartolano, Gaby Cabrini e Flor Fernandez tiveram menos telespectadores até mesmo do que o Hoje em Dia (4,0) e foram o segundo programa menos visto do SBT no dia até a madrugada, faixa horária em que Operação Mesquita (2,0), O Melhor do Conexão Repórter (1,7), SBT Brasil (1,7) e Primeiro Impacto (2,1) pontuaram menos do que a revista eletrônica.

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